
Novembro foi um mês intenso, forte, "peligroso". Mas: tô de volta.
Pois tudo (quase tudo, thanks god) sobe, desce, vai e volta. Viva! Às letras, às vitórias, aos beijos, às loucuras-beleza, à vida, à vida, à vida, aos renascimentos, à força (toda força! Devid?). Ao sol, ao suor, ao mar. À meu Deus e Seu (nosso) mundão. Ao verão!!!!
Morte à várias coisas. Tipo...mensalão em Brasília (mais um). Mas...
Recusaria? (Ih! Já entrei em discusão, quando queria ficar quieto, soft): Entraria em fila na frente dos outros, se o amigo estivesse lá no primeiro lugar? Facilitaria o atendimento no trabalho para amigos e parentes? Tentaria dar uma graninha pro "seu guarda" se fosse pego em "erro" (teste do bafômetro por exemplo...). Bem, paro por aqui (paro com esse texto, fique-se sabendo!). Novembro foi um mês intenso, forte, "peligroso". Mas: tô de volta.
"Pode ir armando o coreto
E preparando aquele feijão preto
Eu tô voltando
Põe meia dúzia de Brahma pra gelar
Muda a roupa de cama
Eu tô voltando
Leva o chinelo pra sala de jantar
Que é lá mesmo que a mala eu vou largar
Quero te abraçar, pode se perfumar
Porque eu tô voltando
Dá uma geral, faz um bom defumador
Enche a casa de flor
Que eu tô voltando
Pega uma praia, aproveita, tá calor
Vai pegando uma cor
Que eu tô voltando
Faz um cabelo bonito pra eu notar
Que eu só quero mesmo é despentear
Quero te agarrar
Pode se preparar porque eu tô voltando
Põe pra tocar na vitrola aquele som
Estréia uma camisola
Eu tô voltando
Manda a criançada
pra casa da avó
Que eu to voltando
Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar
Telefone não deixa nem tocar
Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando!"
(Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós)
Eu tô!
Deus e eu.

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